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Com apoio da Prefeitura Municipal História sobre a Guerrilha do Araguaia é abordada em Xambioá

WhatsApp Image 2021-07-13 at 13.25.28Com o tema “No Meu Araguaia uma Guerrilha não contada” um grupo junino (Junina Babaçuá de Xambioá) aborda um tempo bastante rico, nas linhas do tempo que é uma parte da história da Guerrilha que poucos conhecem, embora seja altamente contestada que é a suposta paixão de Robson, um militar por Áurea que foi uma das mais ativas guerrilheiras do Araguaia.

As três operações papagaio, sucuri e marajoara são abordadas também nesse tema.

O tema foi extraído do Borboletas e Lobisomens – Vidas, Sonhos e Mortes dos Guerrilheiros do Araguaia do jornalista Hugo Studart, que é bastante contestado por quem conhece a história da Guerrilha do Araguaia, sobretudo para os pesquisadores do assunto.

O militar teria sido destacado para executar Áurea, mas, segundo Studart, se apaixonou por ela. O relato conta, de forma romântica, a história dos minutos anteriores à execução da combatente.

Guerrilha do Araguaia

A Guerrilha do Araguaia foi uma tentativa de ação revolucionária comunista no Brasil que transcorreu entre 1967 e 1974, na região conhecida como “Bico do Papagaio”, situada na fronteira entre os estados do Pará, Maranhão e Tocantins (então Goiás). A guerrilha levou esse nome pelo fato de essa região ser entrecortada pelo rio Araguaia.

A época do seu desenvolvimento foi a do Regime Militar, instaurado em 1964 com o golpe de 31 de março, embora as raízes ideológicas de seu planejamento remontem ao início dos anos 1960.

Os membros da Guerrilha do Araguaia eram vinculados ao PC do B (Partido Comunista do Brasil), partido revolucionário dissidente do antigo PCB (Partido Comunista Brasileiro). O objetivo dessa estratégia era instaurar um estado de “guerra popular prolongada” na região Norte do Brasil e, a partir disso, tentar tomar o poder no país.

Organização

De acordo com Fagner Araújo, um dos organizadores do evento, “as personagens marcantes desse movimento são lembradas nesse palco como a Baiana Dinalva Oliveira Teixeira (Dina/Jaqueline Tavares) e Osvaldo Orlando da Costa (Osvaldão/Ian Melo Silveira).

O organizador destaca que “o tema foi escolhido com muita cautela, pois ainda é um assunto que amedronta muita gente na região, pela obscuridade do assunto.”

Recursos

Os recursos para a realização da ação são oriundos do Edital de Chamamento Público da Prefeitura Municipal para a realização de atividades culturais no âmbito da Lei Aldir Blanc que destinou valores financeiros no final de 2020 para que artistas e grupos sociais ligadas a cultura realizassem apresentações culturais e com isso permaneçam em atividade, durante o período de pandemia do novo coronavírus.

A apresentação acontecerá às 20h desta quarta-feira, 14 de julho, no canal Canal Iury Gaspar pode ser acessado pelo link https://youtu.be/T0YGhX_DF_g

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